Quando postarem alguma poesia, quer seja de sua autoria ou de outros escritores da literatura
brasileira e ou portuguesa, não esqueçam de colocar o seu nome para sabermos quem postou.
Abraços da professora Elaine
Poema de aluno - 8ªC
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
As amizades são como as flores
''As amizades são como as flores que cultivamos.
Elas nascem,brotam, crescem, florescem e murcham.
Umas duram pouco; outras, muito.
Existem até algumas que dão frutos e perpetuam a espécie.
Estas são a que devemos cultivar.''
Elas nascem,brotam, crescem, florescem e murcham.
Umas duram pouco; outras, muito.
Existem até algumas que dão frutos e perpetuam a espécie.
Estas são a que devemos cultivar.''
nayra karolina maia flores de olivera
PARA PENSAR
Procuramos tanto por algo que chamamos de felicidade,que
nessa busca nem percebemos quantas vezes fomos felizes.
Queremos tanto o impossivel,que nem percebemos quantas
coisa inda são possiveis.
Sonhamos tanto com os mehlores momentos,que só os
percebemos quando ja se foram.
Por isso viva somente o presente,aproveite cada instante
e não deixe que a felicidade passe sem que vc perceba.
NAYRA KAROLINE MAIA FLORES DE OLIVEIRA
Queridos alunos da 8@C
Vocês já sabem escrever o texto mais difícil que é composto em versos. Texto narrativo é mais fácil, pois estamos a todo momento ouvindo e escrevendo histórias, historietas e breves "causos". Por isso mesmo um alerta: não deixem de exercitar poema, escrever é um exercício constante de leitura, observação, educação de amor e de olhar o mundo à nossa volta.
Observem que lindos os poemas a seguir:
As nuvens e as infâncias - José Augusto G. de Almeida
“Olha aquela, é um avião”.
“Estou vendo uma flecha”.
“Uma carroça”.
Era assim que passávamos horas e horas nos divertindo com as nuvens, que,
para todas as crianças daquela época não eram nuvens,
eram animais, objetos dos mais diversos, todos os que podíamos imaginar
Do que elas eram feitas?
Tal curiosidade não era o suficiente para tirar nossas atenções.
Vislumbrávamos mais um macaco que acabara de se formar, minutos antes a mesma nuvem
era um elefante, ou uma elefanta? Nossa meninice se enveredava pelos ares todas as vezes que chegávamos da escola primária, nosso passa tempo predileto,
tirando os brinquedos que criávamos e os esmerilávamos nas ruas de chão
do bairro pobre da cidade.
Ah, aquilo sim era infância!
Agora, somos homens crescidos, cada um seguiu um rumo diferente.
Continuo a ver “coisas” nas nuvens.
Infelizmente meus filhos não conseguem, para eles, as nuvens são nuvens, apenas nuvens.
“Estou vendo uma flecha”.
“Uma carroça”.
Era assim que passávamos horas e horas nos divertindo com as nuvens, que,
para todas as crianças daquela época não eram nuvens,
eram animais, objetos dos mais diversos, todos os que podíamos imaginar
Do que elas eram feitas?
Tal curiosidade não era o suficiente para tirar nossas atenções.
Vislumbrávamos mais um macaco que acabara de se formar, minutos antes a mesma nuvem
era um elefante, ou uma elefanta? Nossa meninice se enveredava pelos ares todas as vezes que chegávamos da escola primária, nosso passa tempo predileto,
tirando os brinquedos que criávamos e os esmerilávamos nas ruas de chão
do bairro pobre da cidade.
Ah, aquilo sim era infância!
Agora, somos homens crescidos, cada um seguiu um rumo diferente.
Continuo a ver “coisas” nas nuvens.
Infelizmente meus filhos não conseguem, para eles, as nuvens são nuvens, apenas nuvens.
Ana e o Pernilongo - José Paulo Paes
1
Toda semana
eu me lembro da Ana
Para mim não há semANA
sem Ana.
.
2
Havia um pernilongo
chamado Lino
que tocava violino.
Mas era tão pequenino
o Lino
e tocava tão fino
o seu violino,
que nunca ouvi o Lino
nem vi o Lino.
Patacoada - José Paulo Paes
A pata empata a pata
porque cada pata
tem um par de patas
e um par de patas
um par de pares de patas.
.
Agora, se se engata
pata a pata cada pata
de um par de pares de patas,
a coisa nunca mais desata
e fica mais chata
do que pata de pata.
Canção de Dulce - Cecília Meireles
Dulce, doce Dulce,menina do campo,
de olhos verdes de água
de água e pirilampo.
Doce Dulce, doce
dócil, estendendo
pelo sol lençóis
entre anil e vento.
Dócil, doce Dulce
de face vermelha,
doce rosa airosa
a fugir da abelha,
da abelha, de vespas
e besouros tontos,
pelo arroio de ouro
de seixos redondos...
Observaram que lindos os poemas recheados de poesia?
Vamos lá, inventem, criem, leiam e escrevem poesias.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
William Shakespeare
Não tem olhos solares, meu amor;
Mais rubro que seus lábios é o coral;
Se neve é branca, é escura a sua cor;
E a cabeleira ao arame é igual.
Vermelha e branca é a rosa adamascada
Mas tal rosa sua face não iguala;
E há fragrância bem mais delicada
Do que a do ar que minha amante exala.
Muito gosto de ouvi-la, mesmo quando
Na música há melhor diapasão;
Nunca vi uma deusa deslizando,
Mas minha amada caminha no chão.
Mas juro que esse amor me é mais caro
Que qualquer outra à qual eu a comparo.
Mais rubro que seus lábios é o coral;
Se neve é branca, é escura a sua cor;
E a cabeleira ao arame é igual.
Vermelha e branca é a rosa adamascada
Mas tal rosa sua face não iguala;
E há fragrância bem mais delicada
Do que a do ar que minha amante exala.
Muito gosto de ouvi-la, mesmo quando
Na música há melhor diapasão;
Nunca vi uma deusa deslizando,
Mas minha amada caminha no chão.
Mas juro que esse amor me é mais caro
Que qualquer outra à qual eu a comparo.
William Shakespeare
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Tenho medo
Tenho medo de acreditar no que possa ser real
Medo de ver a verdade e não acreditar
Tenho medo de feridas nascerem e nunca cicatrizarem
Medo de te perder e você nunca mais voltar
Vejo coisas que não existem
Vejo mãos em sentidos opostos às minhas
Vejo coisas malucas
Vejo meu coração disparar ao ver um sorriso teu
Eu te amo é pouco para o que sinto
Impossível descrever
Só prometa fazer-me feliz
E tirar do meu peito o medo
E a incerteza de ter e de perder.
(GENIFFER RIBEIRO)
Medo de ver a verdade e não acreditar
Tenho medo de feridas nascerem e nunca cicatrizarem
Medo de te perder e você nunca mais voltar
Vejo coisas que não existem
Vejo mãos em sentidos opostos às minhas
Vejo coisas malucas
Vejo meu coração disparar ao ver um sorriso teu
Eu te amo é pouco para o que sinto
Impossível descrever
Só prometa fazer-me feliz
E tirar do meu peito o medo
E a incerteza de ter e de perder.
(GENIFFER RIBEIRO)
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