A vida é como uma montanha-russa.
Você pode fechar os olhos e gritar.
Ou pode jogar as mãos para cima e curtir.
Poucas pessoas vivem a vida.
A maioria segue as regras.
Como robôs do dia-a-dia.
Como relógios que fazem o mesmo caminho.
Como máquinas do trabalho.
Os mesmos movimentos.
Os mesmos passos.
As mesmas regras.
A mesma frieza.
E o mesmo fracasso.
Tudo acaba igual.
Nada irá se repetir.
Nada irá se repetir.
Foi o caminho que escolheu.
O caminho mais longo.
A caminhada mais entediante.
O lugar mais cinza e sonolento.
Os robôs escravos.
Com os mesmos sentimentos.
Feche seus olhos e grite.
Você é só mais um.
Poema de Julianne Christine Hoepfner.
Julianne, seu texto poético é lindo!!!
ResponderExcluirParabéns pelo primeiro lugar no concurso de poesias: Poesia, um desafio: virar a página!!!
Abraços da profª Elaine
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